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Açúcar: Boas safras na Índia e na Tailândia e ritmo avançado da colheita no Brasil reduzem cotações
Publicado em 16/06/2021 às 08h37
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Perspectivas positivas quanto a safra de cana-de-açúcar na Índia e na Tailândia e um ritmo acelerado da colheita dos canaviais no Brasil pressionaram os mercados futuros do açúcar nesta terça-feira (15) que fecharam em baixa em todos os lotes das bolsas de Nova York (açúcar bruto) e Londres (açúcar branco).

Na ICE, de NY, os contratos com vencimento julho/21 fecharam cotados ontem em 17,05 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 24 pontos no comparativo com os preços de segunda-feira. Já a tela outubro/21 foi comercializada em 17,20 cts/lb, 19 pontos a menos que a véspera. Os demais lotes recuaram entre 18 e 20 pontos.

Segundo a Reuters, outro fator que pode ter feito o preço do açúcar recuar foi o mercado de energia, "aumentando a possibilidade de uma mudança para mais uso de cana-de-açúcar para etanol, ao invés do açúcar", no Brasil.

Açúcar branco

Já o açúcar branco, comercializado na bolsa de Londres, fechou, no vencimento agosto/21, cotado em US$ 440,80 a tonelada, desvalorização de 7,70 dólares no comparativo com a véspera. A tela outubro/21 recuou 7,10 dólares, com negócios em US$ 449,40 a tonelada. Os demais lotes recuaram entre 4,10 e 5,50 dólares.

Açúcar cristal

No mercado interno o açúcar cristal, medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, fechou a terça-feira em alta, cotado a R$ 117,26 a saca de 50 quilos, contra R$ 116,89 a saca na véspera, valorização de 0,32% no comparativo. Nos primeiros 15 dias de junho o indicador valorizou 1,25%.

Etanol Hidratado

Já o etanol hidratado manteve sua trajetória de queda pelo Indicador Diário Paulínia nesta terça-feira. O metro cúbico do biocombustível fechou ontem cotado em R$ 2.966,50, contra R$ 3.010,00 de segunda-feira, variação negativa de 1,45%. Na primeira quinzena de junho o hidratado desvalorizou 1,58% no indicador Esalq/BM&FBovespa.
Rogério Mian
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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