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Petróleo fecha em queda e recua mais de 2% na semana
Publicado em 25/09/2020 às 17h53
Os contratos futuros de petróleo fecharam em leve baixa nesta sexta-feira, 25, acompanhando a melhora no sentimento de risco nos mercados financeiros globais. O fortalecimento do dólar, em um cenário de incertezas sobre a economia mundial, continuou pesando sobre as cotações da commodity.

O petróleo WTI para novembro encerrou em baixa de 0,14%, em US$ 40,25 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), com perda semanal de 2,59%. O Brent para o mesmo mês recuou 0,05%, a US$ 41,92 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), cedendo 2,85% na semana.

As últimas sessões foram marcadas por uma aguda aversão ao risco, em meio ao recente avanço do coronavírus na Europa, que suscita temores de imposição de novas medidas de restrição ao movimento. A cautela levou investidores a buscarem a segurança do dólar, que, ao se valorizar, tornou commodities mais caras e, portanto, menos atraentes.

"Esses desdobramentos apoiam nossa visão de que as incertezas quanto à demanda vão manter o petróleo preso em uma faixa muito estreita até o fim do ano", avalia a Capital Economics, em relatório enviado a clientes.

Na quarta-feira, o movimento de perdas deu uma trégua, após o Departamento de Energia (DoE) dos Estados Unidos confirmar contínua queda nos estoques de petróleo no país. Ainda assim, de acordo com o Commerzbank, as perspectivas para o mercado seguem negativas. "O alto número de casos de coronavírus na Europa e as renovadas restrições à circulação podem derrubar as estimativas para a demanda", explica.

Hoje, a Baker Hughes revelou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos Estados Unidos subiu 4 na última semana, a 183.
Fonte: Estadão Conteúdo
Texto extraído do Portal Istoé Dinheiro
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