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Petróleo dispara ao maior nível em 5 meses, e ações da Petrobras vão atrás
Publicado em 05/08/2020 às 17h16
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A alta do petróleo na véspera deu lugar à disparada nesta quarta-feira (5).

Por volta das 12h20, os contratos mais negociados em Nova York (WTI, referência americana), para setembro, operavam em alta de quase 4%, acima de US$ 43 por barril;

Fecharam abaixo disso, em alta de 1,17%, aos US$ 42,19;

Em Londres (Brent, balizador de preços global), alta no entrar da tarde para compromissos de mesma prazo de pouco acima de 3,5%, para a casa dos 46 por barril;

Com a perda de tração, fecharam subindo 1,66%, aos US$ 45,17.

Negociantes reagem nesta sessão à queda nos estoques americanos, apontada pelo Instituo Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês).

Ainda que as preocupações pela frente da demanda por causa da pandemia contenham a alta, o recuo de 7,4 milhões de barris nos armazéns na semana terminada em 31 de julho bastou para trazer o principio de rali. A expectativa, afinal, girava nem abaixo dos dados oficiais, pouco além dos 2 milhões de barris a menos.

No Brasil, os preços em alta em Londres colaboram para trazer as ações da Petrobras às primeiras posições entre os maiores de ganhos do Ibovespa nesta quarta;

As ações preferencias (PN, que dão preferência por dividendos) e ordinárias (ON, que dão direito a voto em assembleias) subiam, faltando pouco para o fechamento, quase 7%. Enquanto isso, o índice se aproximava de uma alta de 2%.

Assim, depois de três pregões em baixa, na sequência da divulgação de seu balanço, os papéis da estatal devolvem perdas. O desempenho está alinhado a o que tem sido sinalizado por alguns analistas.

O estrago do segundo trimestre foi grande? Enorme. Mas não teria como ser diferente, dado o tamanho da crise mundial, e o pior parece já ter ficado para trás.
Gustavo Ferreira
Fonte: Valor Investe
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e não refletem necessariamente a visão da UDOP.