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Rumo escolhe bancos
Publicado em 03/08/2020 às 16h49
A companhia de logística Rumo finalizou a formação do sindicato de bancos que fará sua oferta subsequente de ações (follow-on). Serão 12 instituições ao todo, uma estratégia da controladora Cosan, que deve revezar os bancos na primeira e segunda linha nas próximas ofertas de empresas de seu grupo - Compass, Raízen e Moove, disse uma fonte. A oferta é da ordem de R$ 5 bilhões, conforme duas fontes. O tamanho pode ter variação dependendo da demanda para alocação de lotes complementares. A companhia já tinha informado, na semana passada, a contratação de Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Banco do Brasil e Safra. A oferta primária busca capital para projetos estratégicos impulsionados pela recente renovação antecipada da concessão da Malha Paulista e para pré-pagar outorgas devidas em contratos de concessão da empresa. (Maria Luíza Filgueiras)


Regulação de fundos

O presidente da CVM, Marcelo Barbosa, afirmou que a autarquia fará alguma regulação sobre a limitação de responsabilidade de cotistas de fundos de investimentos. Barbosa participou de evento on-line sobre os impactos da lei da Liberdade Econômica na regulação de fundos, promovido pela seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ). É certo que alguma regulação vai haver, este é um princípio reconhecido, mas essa atuação tem que ser muito clara e para isso temos o instrumento da audiência pública, disse. Ele acrescentou que a autarquia vai conviver com uma tensão natural que existe entre o espírito da nova lei, que limita o poder regulatório, e o reconhecimento da necessidade de regulação. A própria lei diz que a CVM estabelecerá alguma regulamentação e é dentro desse limite que os regulamentos dos fundos poderão tratar da limitação de responsabilidade de cotistas e prestadores de serviços. Mas será esperado que a CVM trate disso com relação a fundos diferentes? Não sei se podemos. Creio que podemos, mas somente com base em alguma justificativa muito relacionada ao nosso mandato, que é proteção de investidores e o bom desenvolvimento do mercado. (Gabriel Vasconcelos)


Partes relacionadas

O Banco do Brasil informou que comprou carteiras do BV (antigo Votorantim) por R$ 395,427 milhões. A operação foi revelada em comunicado sobre transações com partes relacionadas, já que o Banco Votorantim é controlado pelo BB e a família Ermírio de Moraes. A data de cessão é 24 de julho. As operações consistem em cessão de direitos creditórios com retenção substancial dos riscos e benefícios (com coobrigação do cedente). Segundo o BB, a coobrigação assumida pelo BV prevê o pagamento dos vencimentos independentemente da inadimplência da carteira, com mecanismo de first loss. De acordo com o banco, o negócio com o Votorantim decorre da sinergia estratégica entre as instituições. (Álvaro Campos)
Fonte: Valor Econômico
Texto extraído da Revista Ferroviária
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