UDOP - União Nacional da Bioenergia
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia
Energia | Espaço Datagro | Etanol | Fórum de Articulistas | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Combustíveis Fósseis Aumentar a letra    Diminuir a letra
Petróleo fecha em queda, após aumento nos estoques dos EUA  

12/12/2019 - Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, nesta quarta-feira. A commodity recuou influenciada pelo avanço nos estoques dos Estados Unidos na última semana, com investidores deixando em segundo plano as projeções da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para o setor.

O petróleo WTI para janeiro fechou em queda de 0,81%, em US$ 58,76 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro recuou 0,96%, a US$ 63,72 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Os contratos já mostravam sinal negativo no início do dia, após o American Petroleum Institute (API) estimar um aumento nos estoques dos EUA na última semana. No meio do dia, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) divulgou o dado oficial, o que aprofundou o movimento.

O DoE afirmou que os estoques dos EUA aumentaram 822 mil na última semana, quando analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam recuo de 2,8 milhões de barris. Os estoques de gasolina e destilados avançaram bem acima do esperado, enquanto a produção média diária recuou a 12,8 milhões de barris.

Após o dado, os contratos passaram a cair mais. Nesse quadro, ficou em segundo plano o relatório da Opep. O cartel manteve sua projeção de avanço na demanda global em 2019 em 980 mil barris por dia. Para 2020, a Opep prevê que a demanda mundial por petróleo aumente 1,08 milhão de barris por dia, também em linha com o projetado no mês passado.

Em relatório hoje, a Capital Economics prevê que a Opep continue a produzir dentro de sua nova cota, que vence em março de 2020, após o acordo recente fechado com seus aliados que formam o grupo chamado Opep+. A consultoria acredita, contudo, que a Arábia Saudita assumirá a maior parcela nesse pacto. O ING, por sua vez, sustenta que, após o acordo da Opep+, o foco no mercado deve recair sobre as negociações comerciais, particularmente a data de 15 de dezembro, prazo em que entrará em vigor uma nova elevação de tarifas dos EUA a produtos da China, caso os dois países não cheguem a um acordo até lá.

Fonte: Estadão Conteúdo
Texto extraído do portal Istoé Dinheiro
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
21/01/20 - Preços do petróleo sobem após Líbia declarar força maior em campos
  - Petróleo fecha em alta após bloqueios na produção da commodity no Oriente Médio
  - Grandes agências divergem nas previsões para petróleo em 2020
20/01/20 - Líbia enfrentará "catástrofe" se bloqueio a petróleo continuar, diz premiê
  - BofA eleva projeção de preço do petróleo por cortes da Opep e riscos no Oriente Médio
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Petróleo fecha em queda, após aumento nos estoques dos EUA
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário: