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Dólar fecha em queda e se mantém abaixo de R$ 4,10 após votação final da reforma da Previdência  

23/10/2019 - O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (23), com a aprovação final da votação da reforma da Previdência.

A moeda norte-americana recuou 1,05%, a R$ 4,0327. Na mínima da sessão, chegou a cair 1,13%, a R$ 4,0292.

O Senado aprovou na terça-feira (22) por 60 votos a 19, em segundo turno, o texto-base da reforma da Previdência. A conclusão da votação ocorreu nesta quarta com a análise dos 2 últimos destaques.

A mudança na legislação previdenciária vai ajudar o governo a conter o aumento das despesas com aposentadorias -- a expectativa é de uma economia de R$ 800 bilhões em 10 anos aos cofres públicos.

"Já era esperada a aprovação, então o mercado não foi pego de surpresa", disse em nota Jefferson Laatus, estrategista-chefe do Grupo Laatus. Ele afirma que o mercado já havia precificado a aprovação da reforma da Previdência e agora aguarda outras medidas de ajuste pelo governo.

"Quando pensamos no mercado os valores já estão precificados, então não veremos muita euforia devido a essa aprovação. O que temos agora é o governo com a agenda livre para realizar outras reformas estruturais", completa Laatus.

Para o processo de ajuste fiscal ter êxito, analistas indicam que o governo precisa promover a reforma administrativa, para que seja possível mexer com estruturas de carreiras e salários dos servidores e, assim, reduzir os gastos com pessoal, avançar nos processos de privatizações e promover uma desindexação do Orçamento.

Além da repercussão da aprovação da reforma, também ajudava a puxar o câmbio para baixo a expectativa de entrada de dólares com leilões do pré-sal e privatizações. "Vemos chance de US$ 17 em fluxo até o quarto trimestre de 2020", disseram profissionais do Morgan Stanley em nota a clientes.


Cena externa

No cenário externo, as atenções se mantinham voltadas para os desenvolvimentos do acordo do Brexit, com os líderes da União Europeia (UE) estudando o pedido de adiamento da separação do Reino Unido feito pelo governo britânico.

Fonte: Portal G1
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