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Estiagem compromete reservatórios de SP  

10/08/2018 - O complexo de reservatórios de água do Vale do Paraíba (SP) teve uma queda substancial em seus volumes nos últimos 30 dias. Foram 15% do volume útil das quatro grandes represas, Santa Branca, Funil, Jaguari e Paraibuna.

As chuvas deste começo de agosto são tardias e devem ter pouca influência na recomposição hídrica das represas. Tanto as cidades do eixo Rio - São Paulo quanto a região metropolitana e a cidade do Rio de Janeiro são abastecidas pela bacia do Rio Paraíba do Sul, de onde ainda se transfere água para a região metropolitana da capital paulista. Inclusive, esse volume hídrico é usado pela geração de energia elétrica.

A seca prolongada, que vem desde o outono muito seco e até o inverno, está causando preocupação no comitê de bacias. A eventualidade de crise no abastecimento é uma possibilidade concreta. As chuvas surgiram depois de 100 dias de estiagem, no final do julho e começo de agosto, mas num volume hídrico baixo para repor as reservas utilizadas no período. O complexo tinha em julho 46 % de seu volume e no começo de agosto caiu para 39,1% no total da água armazenada. A represa do Jaguari, que hoje repassa água para a região metropolitana da capital paulista, no sistema Atibainha que interligou os reservatórios, teve uma queda ainda maior.

Em apenas um mês foram 24,5% de seu volume útil. Já o armazenamento de Paraibuna, o maior dentro do eixo, teve uma queda de 16,5% entre julho e começo deste mês, e neste momento tem 36% de suas águas.

A primeira edição do Boletim Mensal de Previsão de Impactos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), relacionados à previsão climática sazonal para o trimestre de agosto-setembro e outubro de 2018, fez projeções nada favoráveis as vazões de afluentes ao Sistema Cantareira.

A situação mais crítica se encontra nesse sistema, cuja vazão dificilmente alcançará os valores médios, nos próximos meses conforme o Cemaden mostrou. "Mesmo com as chuvas dentro e acima da média, nos próximos três meses, a vazão afluente (água que entra no reservatório) ficará abaixo do normal", diz o coordenador-geral de Operações e Modelagens, meteorologista Marcelo Seluchi. "Como o próximo trimestre é estação de seca, o cenário mais provável é a queda do volume armazenado nos reservatórios", explica.

O caso das reservas hídricas do Cantareira chamou atenção dos cientistas do Cemaden. Pois novamente a capital paulista está sob severo risco de racionamento. O monitoramento do Sistema Cantareira, um dos mais importantes no abastecimento da região metropolitana de São Paulo, atingiu 45,4% do volume útil no dia 15 de junho deste ano, valor inferior ao mesmo período de 2013, quando foi de 57,9%.

Os cientistas ressaltam que 2013 foi um ano de chuvas normais e anterior à crise hídrica. Nas projeções, o volume útil armazenado ficaria em torno de 31,2%, no final de setembro deste ano, abaixo do volume do final setembro de 2017, que foi de 51,6%. O relatório dos especialistas foi apresentado no começo de agosto.

Julio Ottoboni
Fonte: DCI - Diário do Comércio, Indústria & Serviços
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